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Comandante da Aeronáutica diz que mais 500 controladores
estarão aptos para trabalhar até o fim do ano
O comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, disse hoje (12) que até o final do ano cerca de 500 controladores, entre civis e militares, estarão aptos para atuar no tráfego aéreo brasileiro. Ele participa de audiência pública das Comissões de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle e de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado. "O processo de reaparelhamento [dos equipamentos de controle de vôo] é uma das metas", disse.
O comandante Saito informou aos parlamentares que atualmente os controladores têm uma jornada de trabalho de oito horas diárias com duas horas de descanso. E que o limite de horas trabalhadas por mês é de 156.
O comandante da Aeronáutica fez um relato do funcionamento do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro, que teve sua origem na década de 70, com a implantação dos primeiro radares.
O Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo (Cindacta I), com sede em Brasília, foi criado em 1973. Os primeiros radares foram implantados para gerenciar os vôos na área que englobava a própria capital federal, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro.
Com o crescimento do tráfego aéreo, novos radares foram implantados: o Cindacta 2, em Curitiba; o Cindacta 3, em Recife, e o Cindacta 4, em Manaus.
Os centros têm como missão a vigilância e o controle da circulação aérea geral, bem como a condução das aeronaves responsáveis pela garantia da integridade e da soberania do espaço aéreo brasileiro.
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